Não é seu problema

            Nos próximos anos que se seguem o despertar de índigos por todo o planeta será cada vez mais freqüente, as crianças cristais, com seu conhecimento ímpar, podem ser vistas cada vez mais entre nós, passamos pela adaptação, nosso perispírito e nossa consciência esta apta. Nosso compromisso nos chama, dentro de nós temos a certeza que é chegada a hora, que precisamos fazer algo, a inquietude toma conta de nossa alma. Devemos nos exercitar, externar as nossas lembranças, nossas habilidades. Ao passo que, ao fazermos trazemos a superfície de nosso ser a nossa essência, é algo difícil de lidar no início, pois nos distanciamos mais ainda do padrão atual da consciência da humanidade, e o que muitos, e até nós mesmos, víamos como fragilidade, deficiência, ao contrário de se desfazer, se fortalece, se amplia. Nosso amor se projeta, o sentimento de caridade transborda em nós, nos tomamos por compaixão, e na verdade é nossa capacidade, nossa sensibilidade. Somos nós buscando a conexão com o ‘todo’ e relembrando nossos valores, as nossas reais prioridades.

           
Mas no momento a humanidade ainda esta ‘cega’, e o que ainda a move são sentimentos pequenos, imperados pela ganância e o ganho supérfluo. E é exatamente neste ponto que devemos afirmar a nós mesmos a necessidade de trazer a consciência para todos, limitar na humanidade o individualismo, derrubar o ceticismo, mostrar a real necessidade do ser. Temos a certeza que a providência irá ‘separar o joio do trigo’, para que isso aconteça na sua totalidade, podendo assim dissipar a energia pesada que envolve a crosta terrestre, para que haja a continuação natural da evolução. Mas neste nosso caminho muitos que ainda estão cobertos pelo véu da ignorância, enganarão a si mesmos tentando se aproveitar do que eles acham ser nosso ponto fraco, tentando levar vantagens com isso, em pequenos negócios, pequenas discussões, situações que aos poucos se tornarão ínfimas para nós, irrelevantes. Estamos voltados a aprender, e a prestar ajuda, esta é a nossa condição de conforto, não uma conta bancária pomposa, ou o orgulho de ter imposto nossos pensamentos em uma pequena discussão por motivos fúteis, isso aos poucos irá se tornar cada vez menos importante, secundário. Nós sabemos que não é a crise financeira, aquele momento, a dificuldade, ou o desespero, que leva às atitudes pequenas, como estas, muito pelo contrário, é justamente nestas situações que se põe a prova nossa conduta moral, nossa elevação, e muitos nem percebem estarem caindo nesta ‘armadilha’. E não podemos nos preocupar com isso, devemos olhar à frente, nosso propósito é muito maior, não se importar com estas pequenas coisas, mesmo porque quem perde com isso, ao contrário do que os ‘que se dão bem’ pensam, são eles mesmos, que se distanciam do seu equilíbrio espiritual e moral, e o tempo para reparar tais danos está curto. Não haverá lugar senão para os que tiverem como prioridade a paz, a humildade e o amor, e se desprenderem da filosofia do materialismo.
         Mas não cabe a nós e nem a ninguém interferir no livre arbítrio do outro, ele por si só deve se analisar e se ‘lapidar’, ai está o mérito, rever o que realmente são os ‘ganhos’. Nosso dever é sim esclarecer, ajudar, mas não trazer os problemas dos outros a nós. Se o problema é dele, deixe-o resolver. Ao contrário de estarmos ajudando estaremos tirando-lhe a chance de acertar ou errar, de aprender, de evoluir, e com certeza, numa situação semelhante novamente não saberá como agir de maneira correta. Sem contar que estaremos nos sobrecarregando, como se todos nós já não tivéssemos problemas o suficiente para lidar, e trazendo a nós a carga de energia negativa que vem junto ao problema, e esta irá interferir na nossa vibração, baixa-la. No momento em que vivemos o que mais importa é elevarmos está vibração e mantê-la alta.

Glauco AC

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